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23/08/2021 - Outros

Banco do Brasil amplia e refina serviço para megaprodutores do agronegócio


O Banco do Brasil está expandindo o atendimento a megaprodutores rurais, com renda bruta anual superior a R$ 10 milhões – alguns superam R$ 300 milhões. Transformou seis escritórios “private” em espaços exclusivos para o setor e criou mais dois, em Barreiras (BA) e Ribeirão Preto (SP).

No Brasil, são 26 no total, que contam com gerentes (bankers) exclusivos para tratar de crédito, investimentos, fixação de preços de commodities e outros serviços. Renato Proença, gerente-geral de Private Bank do BB, diz que mais 20 bankers serão contratados, para chegar próximo de cem no fim do ano. Com eles, espera conquistar mil a 1,3 mil grupos familiares em um ano, além dos atuais 2 mil. “O setor vem se sofisticando e as necessidades, mudando”, afirma. 

Fermento. Nos primeiros seis meses de 2021, a carteira de agronegócio de Private Bank do BB aumentou 16% em relação ao fim do ano passado, chegando a R$ 27 bilhões. Até dezembro, o plano é alcançar de R$ 30 bilhões a R$ 31 bilhões, cerca de 30% a mais do que em 2020. Proença conta que o BB atende, em média, 60% da demanda de crédito dos mega-agricultores e quer chegar a 62% até o fim da safra 2021/2022, em junho do ano que vem.

Diferencial. Além dos serviços financeiros, os produtores “private” têm acesso a consultoria para jovens sucessores, orientações sobre governança e a uma “confraria” de agricultores com negócios afins, por meio de reuniões virtuais. Do lado do crédito, conseguem recursos para o custeio da safra e investimentos na fazenda, em parte obtidos por linhas do Plano Safra, mas também por linhas comerciais, títulos e produtos do mercado de capitais.

Posições. Os espaços exclusivos do agro do BB Private estão nos municípios de Goiânia (GO), Rondonópolis e Sorriso (MT), Campo Grande (MS), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), além de Barreiras e Ribeirão Preto. Proença diz que os 20 novos bankers atenderão o Sul, São Paulo, Centro-Oeste e novas fronteiras do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Agora vai. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) está otimista com a adoção do “Blue Card”, uma espécie de visto que vai atestar a qualidade da pluma nacional exportada. A expectativa é que os trâmites para o selo avancem após a aprovação pelo Ministério da Agricultura, na última semana, da certificação voluntária de produtos de origem vegetal. “A ideia é adotar o selo para a próxima safra, 2021/22”, diz Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.

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Por Clarice Couto e Isadora Duarte
Fonte: O Estado de S. Paulo




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