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13/07/2021 - Outros

Biológicos podem aumentar resiliência do solo às mudanças climáticas


A forte seca que atinge Minas Gerais, São Paulo, Paraná e o Pantanal têm reflexo direto no solo e na forma como ele retém água para a agropecuária. Neste momento, adotar o manejo biológico tem se mostrado um diferencial para a resiliência do clima e à produtividade.

Marcos Ruela produz milho e soja em São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul. Ele diz ser “indiscutível” a pouca chuva na região, mas ainda assim revela que a produtividade do milho foi contínua devido à adoção do manejo com bioinsumos, que resultou em melhorias no solo, plantas mais robustas, saudáveis e tolerantes à seca.

Ele conta que utiliza a tecnologia da Korin Agricultura e Meio Ambiente há cerca de cinco anos e percebe melhor aproveitamento da matéria orgânica presente no solo. “Com a boa descompactação dessa terra foi possível manter o excelente nível produtivo”, observa o agricultor.

“Se cuidar bem do solo é possível manter excelente produtividade e ainda reduzir ou até mesmo dispensar a necessidade de químicos, principalmente defensivos”, comenta Gilson Miyazaki, gerente comercial da empresa.

Wilson Romanini, presidente do Grupo Vittia, explica que fertilizantes químicos podem prejudicar de forma significativa a microbiota do solo, enquanto os bioinsumos ajudam na composição natural. “O uso de biológicos ajuda na resiliência ao estresse hídrico. Além disso, a gente deixa de emitir NOx [óxido de nitrogênio], que vem do petróleo”, afirma.

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Por Mariana Grilli
Fonte: Globo Rural




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