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08/10/2021 - Milho

Cigarrinha pode atrapalhar safra do milho


Produtores que vão plantar milho, na próxima safra de verão ou na segunda safra, em todo o País, devem ficar atentos a um grave problema, para o qual ainda não se tem medidas curativas: os enfezamentos pálido e vermelho do milho, doenças que podem provocar perdas de mais de 70% na produtividade das lavouras. Mas, uma série de recomendações da Embrapa e parceiros, que precisam ser seguidas em escala local e regional, podem minimizar os prejuízos na cultura.

Entre as medidas inadequadas de manejo da lavoura que oferecem alto risco de infestação por pragas estão o plantio dos mesmos cultivos nas mesmas áreas; o uso das mesmas variedades em grandes áreas, ano após ano, gerando forte pressão de seleção de indivíduos mais resistentes; o cultivo de transgênicos (Bt) sem áreas de refúgio ou manejo da resistência a pragas; o uso inadequado de inseticidas, com misturas de produtos e aplicações calendarizadas, que levam à perda da eficácia dos princípios ativos; e a exploração intensiva de culturas hospedeiras suscetíveis, formando a chamada “ponte verde” no campo.

“A cigarrinha causa um dano direto, porque ela suga a seiva do milho, e um dano indireto como vetor dos molicutes. Mas o grande problema são os enfezamentos, então temos que ter atenção especial sobre os molicutes. A cigarrinha é consequência por transmiti-los, mas não é o problema”, pontuou Sérgio Abud, supervisor de Transferência de Tecnologia (TT) da Embrapa.

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Por Christine Antonini
Fonte: Webterra




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