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18/08/2021 - Pecuária

Como saber se o meu pasto precisa de reforma ou só recuperação?


O consultor, engenheiro agrônomo doutor em solo e nutrição de plantas Cláudio Haddad, professor da Esalq-USP, foi ao Giro do Boi para ajudar o pecuarista com o planejamento nutricional de sua propriedade, incluindo a produção forrageira. Entre as dicas do especialista esteve a observação do pasto para saber se ainda vai dar para recuperar o pastou ou se o caso já é para reforma.

“A escolha entre reformar ou recuperar é basicamente em função de como está o estande atual da pastagem. Quer dizer, quantas plantas remanescentes ainda existem na pastagem que permitem ou não prever se a recuperação vai ser possível ou se vai ser necessária uma reforma”, resumiu.

“Eu não gosto de dar números, tantas plantas por m², porque isso é relativo. Mas é questão de bom senso. Se você devolvesse a fertilidade do solo – que normalmente é o fator mais perdido numa degradação de pastagem – as plantas remanescentes são capazes de formar um dossel, um guarda-sol, um guarda-chuva na área, impedindo via sombreamento o desenvolvimento de plantas invasoras? Se acontecer isso, você recupera”, simplificou. “Mas se você tiver um estande ruim, você tem um número de plantas muito baixo, você tem que reformar”, completou o consultor.

O professor salientou a importância de identificar a degradação do pasto antes que seja tarde demais para recuperação. “Lembrando que a reforma sempre é muito mais cara do que a recuperação. É mais cara e demora mais tempo para ela ser estabelecida. Enquanto que a recuperação é mais barata e normalmente você faz isso em 60 a 70 dias. Então, na verdade, apele para um técnico que ele vai fazer exatamente o diagnóstico correto, dizer se você reforma ou se você recupera”, aconselhou.

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Fonte: Giro do boi / Canal Rural




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