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04/02/2021 - Café

Cotação deve continuar firme com redução da oferta global


Os preços de café devem continuar firmes, sustentados pela perspectiva de menor safra global de arábica. Há também expectativa de alívio nos lockdowns, sobretudo no Hemisfério Norte, com as vacinações contra covid-19 em curso, o que ajudará a fortalecer a demanda. A avaliação é do banco Itaú BBA, em seu relatório mensal sobre commodities agrícolas.

"Com os preços (do grão) bastante atrativos, a comercialização para entregas futuras (safra 2022 em diante) deve continuar avançando, com a combinação da curva em Nova York e o dólar oferecendo boas oportunidades de hedge", diz o banco.

Segundo análise do banco, com bastante café da safra 2020/21 ainda disponível nos armazéns brasileiros, o fluxo de exportação deve continuar forte pelo menos até o meio do ano. "Mesmo para o segundo semestre, pode ser que o fluxo continue bem, com o efeito da menor produção deste ano ficando para o primeiro semestre do próximo ano", estima o Itaú BBA.

O 1º levantamento da safra de café 2021, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indicou que a redução da safra de arábica deve ficar entre 32% e 39% em comparação com a produção do ano anterior, com a média apontando para 31,4 milhões de sacas (-36%). Já para o café conilon o intervalo estimado vai de -1% a +16%, ou 14,1 milhões a 16,6 milhões de sacas, com média de 15,4 milhões de sacas, 7% maior sobre a produção 2020. Com isso, o total produzido cairá entre 21% e 30% neste ano, devendo ficar entre 43,9 e 49,6 milhões de sacas.

Fonte: Broadcast Agro - http://tempuri.org/tempuri.html




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