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17/11/2021 - Pecuária

Estudo confirma potencial de redução de emissões na pecuária


“Vilã” quando a conversa gira em torno de emissões de gases de efeito estufa, a pecuária tem pela frente o difícil desafio de limpar sua imagem e, de quebra, reduzir a pressão global contra o consumo de carne, diretamente associada aos problemas causados pela atividade ao ambiente. Mas esse desafio, particularmente no Brasil, pode ser facilitado com a aceleração da recuperação de pastagens degradadas e da adoção de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), entre outras técnicas que já vêm sendo implantadas e que também podem elevar a renda dos produtores rurais.

Recém-concluído pelo novo Observatório de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), o estudo “Potencial de Mitigação de Gases de Efeito Estufa das Ações de Descarbonização da Pecuária até 2030” traz cálculos animadores sobre os resultados que podem ser alcançados com esse melhor aproveitamento de recursos na cadeia produtiva - de forma que seja possível produzir a mesma quantidade de carne com um rebanho menor, que ocupe menos espaço e torne viável a ampliação da remoção de carbono.

Assinado por Eduardo Delgado Assad, Camila Genaro Estevam, Cícero Zanetti de Lima, Eduardo de Moraes Pavão, Talita Priscila Pinto, o estudo aponta que, considerando a evolução recente, a área total de pastagem no país em 2030 poderia ser 3,7% menor que em 2018, da ordem de 164,3 milhões de hectares. Haveria, assim, a liberação de 6,5 milhões de hectares para diferentes usos.

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Por Fernando Lopes
Fonte: Valor Econômico




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