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01/11/2021 - Cana

'Fogo nas lavouras de cana é ruim para o meio ambiente e para o produtor'


As queimadas nas lavouras de cana-de-açúcar vêm perdendo espaço a cada temporada. Na safra 2020/2021, 99,8% de toda a cana cultivada em São Paulo foi colhidas sem uso do fogo. Além disso, as chamas nos canaviais literalmente ‘queimam’ os recursos investidos pelo canavicultor. Portanto, os incêndios observados, sobretudo em agosto deste ano, não são provocados pelo setor sucroenergético. Dados do Programa Cana IAC, da Secretaria de Agricultura de São Paulo, mostram que os incêndios reduzem o potencial de produtividade em razão da perda de população de colmos da cana no ciclo seguinte, ou seja, no corte posterior.

“Depois de 30 anos caminhando sobre a cana crua, não restam dúvidas: o fogo é um desastre econômico para o produtor”, sentencia o líder do Programa Cana IAC e diretor-geral do Instituto, Marcos Guimarães de Andrade Landell.

Este ano foi atípico para o setor sucroenergético. Em São Paulo, 3% das áreas de cana foram atingidas por incêndios, segundo a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). “São 150 mil hectares de cana, que trazem muito prejuízo, principalmente para próxima safra, esse fato traz preocupação para a Unica”, diz Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da entidade. Essa Instituição promove ações preventivas como o incentivo à construção de aceiros em áreas já colhidas para melhorar o controle de fogo, caso ocorra. Além do fogo, 10% dos canaviais em São Paulo sofreram com a geada este ano. O clima muito seco favorece os incêndios.

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Fonte: Canal Rural




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