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23/09/2021 - Pecuária

Gases de efeito estufa na pecuária: panorama real e tecnologias mitigadoras


Pode-se dizer que 2021 foi o “ano de largada” na corrida para redução das emissões de carbono na cadeia pecuária bovina. Muitos produtores nem se deram conta disso, apesar do compromisso assumido pelos frigoríficos com o “Net Zero” (balanço neutro de emissões equivalentes de carbono), divulgado até em horário nobre da TV aberta, mas não será possível ficar alheio ao tema por muito tempo, em função de sua relevância mundial e dos desafios que traz para o setor.

É importante lembrar que o confinamento tem participação pequena no balanço de carbono da pecuária brasileira (são apenas 5-6 milhões de animais a cocho, de um um total de 187,5 milhões no País, conforme estimativas recém-publicadas pelo Beef Report Abiec 2021). Além disso, o sistema tem curta duração (90-120 dias) e emprega dietas de maior digestibilidade em comparação com as pastagens, ou seja, gera menos metano. Em contrapartida, como qualquer “fábrica’’, não sequestra, apenas reduz emissões.

O maior desafio será dos boitéis profissionais, que, em geral, têm pouca área e não estão inseridos em sistemas de produção com margem de manobra para sequestrar/armazenar carbono. Esse tipo de confinamento terá de usar tecnologias redutoras de emissões.

A editora da Revista DBO, Maristela Franco, conversou com três especialistas sobre o tema, que movimentará a cadeia produtiva pecuária pelos próximos anos. Ela entrevistou o zootecnista Danilo Grandini, o pecuarista Pelerson Penido e o pesquisador Sergio Raposo sobre o tema.

Mais informações e assista a entrevista AQUI

Por Maristela Franco e Moacir José
Fonte: Portal DBO




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