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12/05/2021 - Milho

Irrigação traz a chuva que garante a colheita


"Fazer chover" na hora certa pode ser a diferença entre colher ou não colher. E essa é uma realidade atualmente não apenas para as propriedades localizadas em regiões de clima característico mais seco ou de solos menos estruturados e com menor retenção de água. Com a instabilidade climática cada vez mais frequente, os produtores rurais têm constatado a necessidade crescente de poder contar com um sistema de irrigação que garanta o suprimento de água nos momentos mais críticos para o desenvolvimento das culturas.” A afirmação é do gerente comercial de combustíveis, Cleverton Ruffo, que também responde por negócios com estruturas de irrigação, na Cocamar.

Segurança para produzir - “Não podemos mais apenas depender das chuvas. As estiagens têm se tornado cada vez mais frequentes, mesmo em regiões que costumava chover bem, e a tendência, parece, é piorar cada vez mais”, afirma o cooperado José Carlos Mamprim, que tem propriedades na região de Mandaguaçu e Atalaia, Apesar de estar localizado em uma região de maior estabilidade climática e de solo argiloso, o produtor viu a necessidade de investir em um sistema de irrigação não apenas para garantir maior segurança para produzir, mas também aumentar a produtividade e que permitisse investir na verticalização da produção.

Sem controle - Mamprim adquiriu três pivôs de irrigação da Cocamar e instalou recentemente em 85 hectares em sua propriedade em Mandaguaçu, onde cultiva soja e milho. “Adotar um bom manejo e produtos de qualidade não bastam. Fazia tudo que podia, mas, não tinha controle sobre um fator que é fundamental para garantir os resultados no campo: o fornecimento de água na hora certa. Poder reduzir os riscos climáticos dá uma segurança muito grande. É o que está salvando o milho agora”, comenta o produtor.

Água na hora certa - Enquanto a área irrigada tem tudo para produzir bem, nas demais, o milho sofre com a estiagem e há lotes onde o produtor já deve recorrer ao seguro. Por isso, seu plano é irrigar aos poucos todas as propriedades. “Preciso aumentar minha produção e na nossa região é muito difícil arrendar ou comprar mais terra. A solução é verticalizar a produção e para isso tenho que investir no que está faltando: água na hora certa. E ainda vai ser possível potencializar o uso da terra fazendo mais uma safra a cada dois anos”, planeja.

Maior produtividade - Poder oferecer a umidade necessária na hora certa, além da adoção do manejo recomendado pela pesquisa para cada cultura, pode aumentar em ao menos 50% a produção de soja e trigo, triplicar a de milho e algodão, quadruplicar a de feijão e dobrar a de arroz, segundo estimativas técnicas.

Ótimo negócio - “Considerando uma vida útil do equipamento de uns 25 anos, o retorno do investimento em oito ou nove anos já seria um ótimo negócio. Mas com os preços atuais das commodities, o investimento pode ser pago em até cinco anos. Também há formas de financiamento com condições facilitadas”, lembra Mamprim. Por tudo isso, o cooperado ressalta que irrigar as lavouras é o caminho e o Brasil começou a perceber isso.

Crédito - A Cocamar tem incentivado seus cooperados a investirem em estrutura de irrigação como forma de assegurar mais estabilidade à produção e, recentemente, o governo do estado anunciou a criação do Banco do Agricultor Paranaense em que promete conceder crédito em condições diferenciadas para a implantação dessa tecnologia.

Por Imprensa Cocamar
Fonte: Paraná Cooperativo - http://tempuri.org/tempuri.html




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