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24/09/2021 - Soja

Novo padrão de umidade do grão de soja pode afetar o agro?


A China informou que deve alterar o limite da umidade de grãos de soja de 14% para 13%, seguindo o novo padrão chinês. Essa notícia gerou grande repercussão no segmento de agronegócio devido ao fato do país ser o maior comprador de soja brasileira.

De acordo com o artigo de Murilo Schneider, co-fundador e diretor da Procer Tecnologia, apenas em 2020, o Brasil recebeu mais de US$28,4 bilhões com a venda do grão para os chineses e o país tem potencial para importar 80% do volume previsto, segundo a Conab. Ainda, o setor de agronegócio  representou cerca de 26,6% no Produto Interno Bruto no ano passado, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Mas, na prática, como essa nova exigência dos chineses afeta diretamente os produtores de soja no Brasil? 

Pela legislação brasileira - Instrução Normativa 11/2007 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - para fins de comercialização, o limite do teor de água dos grãos deve ser de 14%. Porém, quanto mais alta for a disponibilidade de água no grão, mais suscetível ele está à deterioração, contaminação por fungos, micotoxinas, ou seja, maiores as chances de perdas dos produtos. Para se ter uma ideia, no Brasil as perdas anuais entre a colheita e o armazenamento chegam a 20%, segundo o Serviço Nacional De Aprendizagem Rural (SENAR).

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Por Aline Merladete
Fonte: Agrolink




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