Notícias

17/09/2021 - Pecuária

O desafio de substituir o milho e a soja na alimentação de suínos e aves


A produção intensiva de suínos e aves está sob forte impacto em função dos elevados custos com alimentação. Desde o início do ano de 2018, o preço médio do milho em Santa Catarina, Estado que é o maior exportador nacional de carne suína, subiu 200% até maio de 2021, segundo os dados da Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (CIAS), e o farelo de soja sofreu aumento em torno de 122%.

Adicionalmente, o país tem uma elevada dependência da soja como fonte de proteína para a alimentação de suínos e aves. A demanda interna para a soja para o ano de 2021 é estimada em 37,1% da produção (50,44 milhões de toneladas este ano contra 48,99 milhões de toneladas em 2020), os estoques finais serão mais elevados mesmo com maior exportação (estimativa de 85,6 milhões de toneladas).

No entanto, a procura por ingredientes mais baratos visando a produção de dietas menos onerosas nem sempre conduz a resultados econômicos satisfatórios. Além de custo compatível, as alternativas para substituir o milho e o farelo de soja devem ter alta metabolização dos nutrientes e proporcionar desempenho animal equivalente ao oferecido pelos ingredientes convencionais.

Da energia bruta total dos grãos, os animais aproveitam, em média, apenas 86,1% do milho e 77,2% do farelo de soja sob a forma de energia metabolizável. Entre os ingredientes energéticos existem as opções de verão, inverno e as alternativas proteicas.

Continue lendo AQUI

Por Jorge Vitor Ludke e Teresinha Marisa Bertol, pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves
Fonte: Globo Rural




Mantenha-se atualizado com o Agro KLFF

Cadastre-se e recebe diariamente as novidades do mercado

2016 Portal KLFF. Todos os direitos reservados.

Termos de uso. Política de privacidade.