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16/11/2021 - Pecuária

Pastos "biodiversos" na mira da pesquisa


A mistura de gramíneas na mesma área, em regiões tropicais, costuma ser desaconselhada pela maioria dos técnicos no Brasil, devido às dificuldades de se manejar espécies com hábitos de crescimento, exigências em fertilidade do solo e palatabilidade diferentes. Os principais problemas desses mixes têm sido o consumo seletivo por parte dos animais (que leva ao superpastejo de uma das gramíneas), a desuniformidade do dossel forrageiro (que complica o manejo pela altura) e a demanda heterogênea por adubação.

Em função disso, o cultivo “solteiro” tornou-se regra no País, mas esse paradigma pode estar prestes a ser quebrado. Partindo de estudos bem-sucedidos com consórcios de gramíneas em regiões de clima temperado, como os conduzidos pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Lages, pesquisadores de várias instituições começaram a avaliar esses mixes também em regiões tropicais, pensando tanto em aumentar a oferta de capim nas águas, quanto reduzir sua escassez na seca.

Estudos iniciais desenvolvidos pela Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS) e pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) já obtiveram resultados interessantes com alguns consórcios, embora ainda haja um longo caminho a percorrer antes de se fazer recomendações ao produtor.

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Por Renato Villela
Fonte: Portal DBO




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