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15/07/2021 - Milho

Quebra de safra de milho deve ter pouco impacto na produção de etanol


A quebra de produtividade das lavouras de milho segunda safra, em função do atraso  no calendário de plantio e dos problemas climáticos, pode afetar o cumprimento de contratos de entrega do cereal às indústrias de etanol. Mas, na avaliação de Guilherme Nolasco, presidente da União Brasileira de Etanol de Milho (Unem), a situação deve ser apenas pontual e não ter um efeito significativo sobre a produção do biocombustível.

“Lógico que a quebra de safra traz preocupações. Alguns contratos de fornecimento estão sendo revistos. Uma previsão de quebra de safra impacta porque tem contratos que o produtor não consegue cumprir a entrega, mas isso não deve trazer grandes impactos em função do estoque já consolidado”, afirma o executivo.

Ainda assim, a indústria de etanol de milho mantém a expectativa de produção, que deve ser de 3,3 bilhões de litros do biocombustível no atual ciclo, que é 2021/2022. O setor, apesar de ligado à produção de grãos, acompanha a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, cujo calendário-safra vai de 1º de abril de um ano a 31 de março do ano seguinte. 

Segundo Guilherme Nolasco, as usinas vêm trabalhando com uma utilização de capacidade instalada superior a 85%. E há unidades com pelo menos 70% sua capacidade de estocagem assegurada. O presidente da União Nacional de Etanol de Milho avalia que as dificuldades de cumprimento de contratos devem corresponder a algo em torno de 3% da demanda do setor. 

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Por Raphael Salomão
Fonte: Globo Rural




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