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31/12/2021 - Outros

Quem mexeu no meu nitrogênio? Alta no preço do nutriente abre espaço para leguminosas


Se a fixação biológica de nitrogênio e o uso de leguminosas forrageiras já era bom negócio para o ambiente, agora essas práticas estão ainda mais interessantes para o bolso do produtor. Isso porque o preço do nitrogênio subiu mais de 200% em comparação aos praticados no início de 2021.

Isso se deve, em grande parte, à pandemia de Covid-19, que trouxe como consequência uma grande disrupção das cadeias de suprimentos globais. Esse fator, associado a uma crise energética, tem provocado escassez na oferta de fertilizantes utilizados na agricultura, ocasionando uma alta substancial nos preços desses insumos. Os agricultores brasileiros têm pela frente o grande desafio de buscar alternativas para substituir as fontes de adubos nitrogenados para produção agrícola, sob pena de verem as produtividades despencarem, com forte redução nas margens de lucro.

O nitrogênio é um nutriente que apresenta grande impacto sobre a produtividade e a qualidade dos produtos agrícolas, razão pela qual os adubos nitrogenados são os mais demandados na agricultura.

Existem diversas formas e fontes para suprir esse nutriente, sendo a adubação nitrogenada, que utiliza fontes minerais solúveis, a mais comum. Adicionalmente, as fontes orgânicas podem atender parcialmente as demandas por nitrogênio dos cultivos, por meio da mineralização da matéria orgânica presente no solo. De forma geral, em sistemas agrícolas bem manejados, a mineralização de nitrogênio contribui com valores que atingem até 180 kg/ha/ano, o que possibilita, por exemplo, a produção de nove toneladas de milho por hectare.

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Por Marcelo Ayres Carvalho, Claudio Takao Karia, Allan Kardec Braga Ramos, pesquisadores da Embrapa Cerrados
Fonte: Globo Rural




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