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10/09/2021 - Soja

Refúgio estruturado na soja é um aliado para o futuro produtivo das biotecnologias


Uma das principais preocupações dos sojicultores é presença de lagartas na lavoura. Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apenas a helicoverpa armígera, pode causar prejuízos de até 40% da produção do cultivo, caso o manejo não seja feito de forma correta. Neste contexto, com o uso de variedades Bt (Bacillus  thuringiensis), nos últimos anos, há uma maior proteção da lavoura contra a ação destes insetos, mas, para não colocar em risco os ganhos de produtividade obtidos com a biotecnologia e os benefícios proporcionados por ela, o produtor deve estar atento às práticas de Manejo Integrado de Pragas (MIP) e às ações de Manejo de Resistência de Insetos (MRI), tendo como principal prática para a sustentabilidade, o refúgio.

Nas lavouras de soja, a prática consiste em plantar variedades convencionais ou apenas tolerantes a herbicidas em, no mínimo, 20% da área total de soja plantada, respeitando a distância máxima de 800 metros entre as áreas. "Isso é importante, uma vez que o cruzamento de insetos suscetíveis com os que têm resistência à tecnologia contribui para manter a frequência sempre baixa das pragas resistentes que venham a se desenvolver. Consequentemente, isso ajuda a manter a biotecnologia em pleno funcionamento, no longo prazo", explica o Diretor de Negócios de Soja e Algodão da Bayer, Fernando Prudente.

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Fonte: Terra




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