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30/12/2021 - Outros

Safra antecipada deve elevar custo do frete


Algumas lavouras de soja e milho da safra 21/22 já começaram a ser colhidas no país. Seja por impactos do clima ou pela janela de plantio adiantada, a situação também antecipa a necessidade de frete rodoviário. O segmento segue aquecido com a movimentação de fertilizantes e deve ter nova alta com a entrada da safra. É o que aponta o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O levantamento é feito nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

No Mato Grosso existe grande pressa e movimentação para que se libere espaço nos armazéns, de modo a receber a maior safra de soja da série histórica para o estado. Há registro de grande escoamento de milho para o mercado exportador, assim como ocorre a persistência do fluxo interno para atendimento ao mercado consumidor brasileiro. 

O transporte para o mercado interno tem representado importante elemento de suporte às cotações de transporte rodoviário ao longo dos últimos meses à medida que o perfil desse transporte envolve longos trajetos, rotas pulverizadas, descarga normalmente agendada e mais morosa, fazendo com que um caminhão demore mais tempo para completar uma viagem, em prejuízo da oferta de transporte.

O plantio acelerado faz com que projeções de entrada da nova safra sejam antecipadas, de modo que a colheita inicial já venha ocorrer em dezembro, enquanto que, volume mais significativo, concentrando-se em janeiro, possivelmente, ao contrário do exercício anterior, quando ocorreu um retardamento de toda a safra e uma maior movimentação logística apenas em fevereiro, com efeitos mais acentuados sobre o mercado de fretes rodoviários, a partir de fevereiro e, especialmente, em março. 

Além da aceleração para se liberar espaço nos armazéns, ainda há grande fluxo de fertilizantes rumo ao estado; o que tem elevado o interesse por parte dos demandantes por transportes por rotas envolvendo especialmente Santos e Paranaguá. Neste contexto, constata-se continuidade da tendência de elevação nos preços dos fretes rodoviários.

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Por Eliza Maliszewski
Fonte: Agrolink




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