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15/09/2021 - Milho

Situação de escassez de milho não será equacionada tão cedo


A escassez aguda de milho no mercado doméstico brasileiro não vai se resolver tão cedo. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisaram para baixo as estimativas da safra de grãos 2020/2021. A situação preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) porque o déficit de milho na região sul, neste ano, é imenso: Paraná e Santa Catarina precisarão importar 5 milhões de toneladas cada um e, o Rio Grande do Sul, mais 4 milhões. "São 14 milhões de toneladas somente para atender esses três Estados", espanta-se o vice-presidente Enori Barbieri.

O Paraná sempre foi autossuficiente, mas a geada deste ano arrasou as lavouras e dos 11 milhões de toneladas previstas, colheu apenas 5 milhões. Santa Catarina vai consumir 7 milhões e só produziu 2 milhões. O Estado gaúcho também registra insuficiência do grão.

Programas de estímulo ao aumento do cultivo de milho, envolvendo o Governo Federal, os governos estaduais e as agroindústrias é a saída proposta pela FAESC para engajar mais produtores e regularizar a oferta de milho. "Precisamos reduzir um pouco a produção de soja e aumentar a safra de milho, caso contrário nunca neutralizaremos esse gigantesco déficit", recomenda o dirigente. No sul, em razão das condições climáticas, não é possível colher duas safras (não tem safrinha). Por outro lado, o Paraná pode desistir da safrinha em função das geadas.

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Por Aline Merladete
Fonte: Agrolink




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